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Governação Eficiente

Ação #1

Redução da carga tributária municipal

Ação #2

100 % Licenciamento Zero

Ação #3

Limitação do recurso a ajustes diretos

Ação #4


Limitação do endividamento e controle da despesa corrente

Ação #5

Reforço do atendimento não presencial

Ação #6

Agilização de licenciamento na recuperação de imóveis devolutos a empresas ou particulares que queiram recuperar património edificado

Ação #7

Cumprimento dos critérios estabelecidos no Índice de Transparência Municipal com o objetivo de transformar Almada exemplo de transparência

Ação #8

Rever processos e eliminar burocracias no contacto dos munícipes com a CMA

Ação #9

Serviços de atendimento com língua gestual

Ação #10

Disponibilização dos serviços do urbanismo no Portal do Munícipe, com manual de procedimentos devidamente detalhado

Ação #11

Portal de informação e gabinete de suporte às associações desportivas, culturais e sociais

Contexto:

 

A Câmara Municipal de Almada não é amiga dos munícipes. A sua ação é lenta, ineficiente, pouco transparente e distante das pessoas.

É uma máquina que se alimenta a si própria e que não resolve os problemas das pessoas.

Desafio:

 

O contexto da pandemia exige a reforma da governação do Município, de modo a que o foco esteja nas famílias, agentes económicos e nas empresas.

Será então necessário alterar a forma como a estrutura se apresenta perante os munícipes. O Município tem de servir os munícipes, a “máquina” tem de funcionar para o que é preciso e não para o que esta precisa.

Estratégia:

Reduzir taxas, impostos e despesa não social, sendo esta suportada pela otimização de processos, estruturas e burocracias.

Agilizar a relação do munícipe com a Câmara através da digitalização de serviços.

Por fim, estabelecer parcerias de forma a rentabilizar espaços públicos e reduzir despesa municipal.